quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
O Natal foi feliz
Faltam dois dias para minha folga. Gracias.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Então é Natal e Ano Novo também

Começo a não gostar mais do fim do ano. Essa época em que a cidade fica iluminada, até lata de lixo tem pisca-pisca de Natal. E as propagandas na TV? Que martírio é aquilo. Para cada propaganda, uma chorada. De saudade, de desespero, de nervoso, de solidão. Pior é passar por este período de fim de ano na TPM. Ah, meu amigo, daí é bem pior, é dramático. Até anúncio impresso, que não tem movimento, faz chorar. E faz lembrar de todo mundo que mora longe. E faz encher o peito de esperança de que dias melhores virão. Até as propagandas de cerveja emocionam. Não tem cabimento. É só o fim do ano. E só é fim de ano porque alguém inventou o ano. Como eu já disse anteriormente, as coisas não vão mudar num passe de mágica, só porque virou a chave de 2007 pra 2008.
Então bom Natal. Pra passar logo. Depois de amanhã já acabou.
Santa Claus is coming to town.
na foto, Ana Vitória Noel, a alegria das nossas vidas
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
Receita de ano novo
Drummond
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
Cenas do próximo capítulo
Outro ano vem
Tudo se resolve no ano que vem?
Não é o último número de um seqüência de 4 que vai mudar o rumo das coisas. Plim: pronto, todos os problemas se resolvem porque mudou a chave de 2007 para 2008. Não é bem assim... Um ano é continuação do outro, oras. O que vai acontecer no ano que vem vai depender, em muito, do que você fez no ano anterior. No período anterior. Então, em vez de ficar apostando tudo no ano que vai começar, como se notícia boa caísse do céu, levanta a bunda da cadeira e vá se mexer. Vá correr atrás do próprio futuro, da própria felicidade.
Lutando, a situação muda. Acreditar é essencial, ter fé e esperança, mas é preciso agir também. Dar uma forcinha para a vida, para o destino.
Paz, muita saúde e amor também para todo mundo!
Acaba logo, 2007! Quero ver sua continuação.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
20 dias
Eu lembro e fico com saudade. Do que eu nunca falei, das vezes que não deu pra encontrar, de ter morado longe por tanto tempo. Eu lembro porque faz dois anos as duas perdas. E, talvez, porque seja fim de ano. Seja natal. 2008 está aí batendo na porta, cheio de planos, cheio de energia. Apesar de, em alguns momentos, faltar energia ultimamente.
É fim de 2007. O ano que muita coisa boa aconteceu para mim, no trabalho, na vida pessoal (eu tenho meu pinguim agora).
É fim de 2007, ainda bem. Porque ele vai ser lembrado também por fatos tristes, histórias pesadas, choros angustiantes, medo, dor. Saudade. De uma irmã que está longe (como diz aquele texto que fala sobre saudade).
Chega de saudade. Vou deixar o coração respirar aliviado.
Bola pra frente, porque 2008 vai cair (tem que cair) feito uma luva!
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
O tempo passa
Ninguém merece.
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Saudade de nós mesmos
extraído do texto 'Tom Jobim dá saudade de nós mesmos', escrito por Arnaldo Jabor no Estadão de hoje
sábado, 8 de dezembro de 2007
Dois (esse sim) é demais
Eu ando muito descrente, de tudo. Não só com relação a isso, mas provavelmente isso deve ter contaminado o resto, o meu dia-a-dia. Não tenho saco para certas coisas e pessoas. Não tenho paciência para correr atrás. Estou de saco completamente cheio, irritada, irada, brava. Minha vontade é socar alguém.
Um colega de trabalho cruzou comigo pelo corredor do jornal ontem e brincou perguntando se eu tinha umas luvas de boxe para emprestar para ele (certamente o dia dele também estava péssimo). "Ainda bem que não tenho, senão já tinha batido no primeiro que me olhasse", respondi. Pois foi assim que passou essa semana.
Não me encham o saco. Falem só o necessário.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
"A definição do amor"
extraído de texto escrito por João Pereira Coutinho na Folha de S.Paulo de hoje
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Um mês é pouco
Tanto é que 30 dias não foram suficientes (por duas vezes!) para segurar a barra da minha irmã. Vai ter que durar mais a internação, vai ter que ser mais longa. Para que dê tempo de ela perceber que é melhor sair desse caminho por que ela entrou. Um mês é pouco.
E já que nada de muito grandioso aconteceu durante minhas férias ou com minha volta, o jeito vai ser arrumar uma novidade eu mesma. Vou comprar um cachorro. Que venha o Shitzu!
sábado, 1 de dezembro de 2007
5 passos
1- Negação
2- Raiva
3- Depressão
4- Raiva
5- Aceitação
É como o luto, realmente. Clic!
