Esta semana eu fingi ser minha irmã duas vezes.
Troquei o primeiro nome, o mês e o ano de nascimento (o dia é o mesmo, 2) e decorei RG e CPF.
Engraçado: quando a gente finge ser outra pessoa, pratica o desapego.
É mais fácil ser o outro? No caso específico dela, acho que não. Prefiro eu.
ps.: o título deste post é emprestado de uma música do Chico Buarque que nem tem a ver com o assunto aqui discutido, mas que eu gosto muito. E sem música a vida não tem sentido nenhum.
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