"Isso me ensinou e me ajudou muito. Sobretudo a não pensar que eu era a única a sofrer no mundo; via que todos tinham seus sofrimentos, que estes não eram privilégio meu. O fato de as pessoas me tratarem de maneira normal me levava, automaticamente, a agir como elas, e me fez, com o passar do tempo, viver sem achar que detinha o monopólio da dor."
Danuza Leão em Quase Tudo, livro que terminei de ler hoje. Ela perdeu marido, pai, filho, irmã, mãe... e conta, neste páragrafo, que o que a ajudou a superar a dor das perdas foi o trabalho.
Todo mundo tem seus demônios.
Todo mundo sofre.
A minha dor é pior porque acontece comigo.
(alguém já disse isso, eu li em algum lugar, mas não me lembro onde nem quando nem quem)
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