Eu aqui, na maior insônia que nem o fitoterápico novo deu conta, pensando na morte da bezerra, dando brecha pra minha mente inventar suas histórias mirabolantes, de férias. Cabeça vazia, já sabe oficina de quem.
Explodi no último domingo, com minha mãe. Me arrependi. Não tenho esse direito. Ela, na condição de mãe de quem é, por tudo que está passando, não merece mais isso. Não mesmo.
Agi com raiva, confesso. Mas não sinto raiva dela. Nem quero sentir. É doença.
Pedi desculpas hoje.
Terminei de ler o livro da Danuza. Na última linha, ela revela o que eu fiquei calculando durante todos os capítulos: a idade. Gostei.
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