quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Nunca achei que ela fosse burra?

Ela passou no vestibular. Confesso que não botava fé, não. Ela não estuda há, no mínimo, 3 anos. Pra contar o mínimo mesmo. Ela sempre foi inteligente, isso é um outro fato. Se bem que, pelos rumos e atitudes tomados no último ano, não dá para qualificá-la de tão inteligente assim. Costumava dizer que ela usava a inteligência para fazer coisa errada. Usava mal a inteligência. Bem, mudei de opinião depois de um tempo, porque isso não é inteligência. É burrice. Fazer o quê? É burrice.
Não é só uma questão de inteligência, de QI, eu sei, eu sei. Há fatores demais envolvidos: emocionais, psicológicos, de criação, de convivência, de personalidade.
Ela passou no vestibular. E agora, mãe? E agora? Vai morar sozinha? Vai morar com quem? Não dá pra morar em Paranaíba, ok. Mas vai morar sozinha? Vai viver a realidade de uma universidade, onde tudo acontece, quase tudo é permitido, porque é nessa época que as pessoas aproveitam pra valer, antes de ter que encarar o emprego, as responsabilidades?
Eu só acredito vendo. Eu só vou ficar contente de verdade depois que der certo. Desculpe, mas eu cansei de ver espatifada no chão a minha esperança. Deixa a realidade se assentar antes para ser feliz nesse caso.
De qualquer forma, parabéns.
É a Unip.

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